A avaliação neuropsicológica formal ganhou espaço na prática psiquiátrica com o aumento do número de pessoas que procuram consulta com queixas cognitivas – atenção, memória e sensopercepção. No episódio 338 do PQU Podcast conversamos com Maria Paula Foss, psicóloga, com mestrado e doutorado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e especialização em Neuropsicologia, Reabilitação Neuropsicológica e Terapia Comportamental. Ela entende de testagem neuropsicológica, hein? Trabalha na área há três décadas e nos deu uma verdadeira aula sobre os tópicos de uma avaliação neuropsicológica, sua utilidade prática e suas limitações. E isso tudo de forma leve e descontraída. Esse você não pode perder!
Muitos psiquiatras em formação perguntam-se se deveriam, ao fim da residência médica, fazer uma pós-graduação strictu sensu - mestrado, doutorado, com direito a investigação científica e tudo mais. No episódio 337 do PQU Podcast, a Maria Clara, o Luiz Alberto e eu compartilhamos vivências dessa fase de nossa formação e dividimos com você, ouvinte, reflexões e considerações sobre a contribuição da pós-graduação na nossa prática atual. Concluímos com uma lista de fatores que devem ser levados em consideração quando se pensa em fazer pós-graduação strictu sensu.
No episódio 336 do PQU Podcast abordamos os efeitos do uso crônico de lítio em pacientes hígidos por ocasião do início do tratamento quanto à função renal e tireoidiana. Partimos de dados de prevalência, passamos por fisiopatologia das disfunções que o lítio pode causar nos rins e na tireoide, e finalizamos com as estratégias de prevenção e de manejo dos problemas instalados. Esse é daqueles que depois de escutado vai melhorar sua prática clínica instantaneamente. Não perca!
Pessoas com esquizofrenia vivem menos que a população geral. Isso é um fato. No episódio 334 do PQU Podcast vamos destrinchar os pontos altos (e os baixos também) da maior e mais completa revisão sistemática e metanálise sobre riscos relativos e fatores agravantes e atenuantes da mortalidade em pessoas com esquizofrenia. Mas não encerramos por aí. Falaremos também das providências a serem tomadas no atendimento ambulatorial de pacientes com esquizofrenia com o intuito de neutralizar fatores de risco e melhorar sua qualidade de vida. Isso porque, se a doença aumenta a mortalidade, o tratamento digno, atento e diligente incrementa a longevidade dos seus portadores. Imperdível!
O episódio 332 do PQU Podcast é muito diferente e muito especial. Registra, em áudio e vídeo, um encontro de gerações, uma conversa rica e descontraída, mas não por isso pouco séria, com os colegas do Fuga de Ideias cast – Bárbara, Lígia, Murilo, Pedro, Rebeca e Victor. Ela se desenrolou em três rounds. No primeiro, PQU pergunta para Fuga de Ideias; no segundo, Fuga de Ideias pergunta para PQU e no último, perguntas e respostas entre os participantes no formato pá pum. As 4 horas de trabalho que resultaram nos 70 minutos do resultado final foram muito agradáveis e corresponderam às expectativas de ambas as partes. Esse você não pode deixar de assistir!
Você que nos acompanha, já sabe: a cada dez episódios, uma entrevista no PQU Podcast. As carreiras de expoentes de nossa especialidade podem servir de referência, ou de inspiração, para você, psiquiatra em formação! No episódio 330, o Luiz Alberto e eu conversamos com Alexandre Martins de Mello, psicanalista, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto e ex-psiquiatra, título que ele explica melhor durante nossa conversa. Recentemente ganhou um prêmio no congresso da International Psychoanalytical Association. Essa conquista e muitas outras mais, como também detalhes de sua trajetória profissional ele compartilha conosco, sempre com a elegância, serenidade e precisão. Essa entrevista você não pode deixar de escutar.
Não muito tempo depois que Kraepelin descreveu a doença mental que ele denominou demência precoce e que agora é mais conhecida como esquizofrenia ocorreu não só um despertar geral de interesse clínico pelo quadro como também gradualmente começou a se manifestar uma atitude terapêutica mais racional em relação a ela. Esse é o parágrafo inicial do artigo de revisão “O tratamento da esquizofrenia – uma revisão da literatura”, publicado em 1929, que será objeto do episódio 328 do PQU Podcast. Há muito o que se aprender com a leitura dele, não só sobre a história de nossa especialidade, mas também sobre a postura diante de novidades terapêuticas. Lembre-se de que para entender o presente e se preparar para um futuro melhor é absolutamente necessário conhecer o passado. Esse você não pode perder!
No episódio 327 do PQU Podcast, o Vinícius e eu conversamos sobre um tema crucial da prática psiquiátrica: a duração das consultas de seguimento. Ele infelizmente carece de evidências e depende de circunstâncias de variáveis que não têm a ver com a necessidade do paciente, com a satisfação do médico e nem com a qualidade do atendimento. No decorrer de nossa conversa, desembocamos em duas encruzilhadas. A primeira: o tempo de uma consulta psiquiátrica de seguimento deve ser mais longo que o preconizado para a consulta médica em geral ou é possível fazer um bom trabalho em 15 minutos? Concluímos que 15 minutos é muito pouco. A segunda: sugerir o que é possível fazer em tão pouco tempo ou falar sobre o que seria o ideal e calcular o tempo necessário para isso. Optamos pela segunda. Esse você não pode perder!
O episódio 325 do PQU Podcast está imperdível! Além escutar o áudio, é possível assisti-lo também no nosso canal do YouTube e nas várias plataformas. Nele, está registrada a conversa que tivemos com Juliana Belo Diniz, psiquiatra, psicanalista, pesquisadora e autora de “O que os psiquiatras não te contam”, em que ela desmente promessas exageradas, mitos e excessos próprios de nossa especialidade. E mais, em meio a diálogo agradável, em que ela demonstra conhecimento abrangente sobre os temas abordados no livro, surgiram outros temas de interesse para qualquer psiquiatra preocupado com prática clínica de boa qualidade e honesta para com o paciente. Não deixe de escutar, não deixe de ver e não deixe de ler o livro, para o qual essa conversa servirá como um bom aperitivo.
No episódio 323 do PQU Podcast apresentamos uma revisão comentada do que Keneth Kendler denominou “metaphorical brain talk” em psiquiatria, que traduzimos como “o uso do cérebro como metáfora do funcionamento mental”. Isso acontece desde o nascimento da psiquiatria como especialidade médica, no final do século XVIII, já que ele se dá a partir de um compromisso duplo – com o cuidado dos mentalmente doentes e com a ideia de que o cérebro era o sítio de suas perturbações – que se perpetua e se renova até os dias de hoje. Esse você não pode perder.